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27/03/2012

Cupcakes de doce de leite


Tempo de preparo: 4 horas
Rendimento: 24 unidades

Ingredientes:
• 3 gemas
• 3 claras em neve
• 2 xícaras (de chá) de açúcar refinado
• 4 colheres (de sopa) de margarina sem sal
• 1 xícara (de chá) de leite
• 3 xícaras (de chá) de farinha de trigo
• 1 colher (de sopa) de fermento em pó
• 3 xícaras (de chá) de doce de leite
• margarina sem sal (o suficiente) para untar
• farinha de trigo (o suficiente) para enfarinhar

Modo de preparo:
Em uma batedeira, em velocidade alta, bata as gemas com o açúcar, acrescente a margarina e bata até que a massa fique homogênea. Diminua a velocidade da batedeira e intercale a farinha com o leite. Agora, aumente a velocidade novamente e bata por mais 3 minutos. Desligue a batedeira e acrescente delicadamente o fermento e, por último, as claras em neve. Coloque a massa em forminhas  para cupcakes untadas e enfarinhadas, asse em forno preaquecido em temperatura média (180 °C) por cerca de 20 minutos ou até que os cupcakes fiquem bem assados e dourados. Por fim, corte os cupcakes ao meio, recheie-os com parte do doce de leite e cubra-os com o restante do doce de leite.

08/01/2011

História do Doce brasileiro

"Sem a escravidão não se explica o desenvolvimento no Brasil de uma arte de doce, de uma técnica de confeitaria, de uma estética de mesa, de sobremesa e de tabuleiro, tão cheias de complicações e até de sutilezas e exigindo tanto vagar, tanto lazer, tanta demora, tanto trabalho no preparo e no enfeite de doces, dos bolos, dos pratos, das toalhas, das mesas. Só o grande lazer das sinhás ricas e o trabalho fácil das negras e das molecas explicam as exigências de certas receitas das antigas famílias das casas-grandes e dos sobrados".

            Gilberto Freyre
            


"com papas e bolos se enganam os tolos" adágio português



Os primeiros doces chegaram ao Brasil com a esquadra de Pedro Alvares Cabral, em Abril de 1500. Foram ofertados como presentes, aos índios de Porto Seguro que ate então desconheciam completamente a arte. Logo as senhoras portuguesas trariam suas receitas cheias de segredos que pouco a pouco foram ensinando as cunhãs.
Segundo o historiador Câmara Cascudo, entre 1569 e 1587, Gabriel Soares de Sousa informava a Corte, em suas cartas: "as cunhãs indígenas tem muita habilidade, e para fazerem cousas doces, e fazem-se extremadas cozinheiras; mas são muito namoradas e amigas de terem amores com os homens brancos".


Portugal vivia no século XVI, a opulência do OURO BRANCO desde o surgimento do "assucre" madeirense, As receitas das mesas senhoriais foram levadas pelas freiras nobres que confeccionavam doces finos e sofisticados, para as embaixadas da Corte e do Papa. Esta doçaria conventual era marcada por uma personalidade muito própria diferenciando assim os inúmeros doces: bolo prior, barriga de freira, frades, beijos de frades, lágrimas, doce de esperança, fatias de bispo, pudim princesa, sopa da rainha, papos de anjo etc. Apesar dos ingredientes da doçaria conventual serem abundantes em frutas cristalizadas, especiarias, amêndoas, vinho, a enorme quantidade de ovos utilizado nas receitas foi a principal característica da época. Os confeiteiros ou mestres do açúcar criavam uma doçaria escultória enquanto os pães de açúcar, as conservas de frutas: cidradas, aboboradas, nesperadas, pessegadas, uvadas, laranjadas, batatadas, marmeladas eram recomendados nas receitas, para chegar até o ponto de espadana porque se destinavam ao embarque. As geléias caseiras também já eram muito apreciadas.
Logo os produtos da nova terra foram adaptados as receitas portuguesas. A farinha de trigo, os ovos e o leite vinham de Portugal. Como quase todas as senhoras eram analfabetas, muitas das receitas originais se perderam no tempo. Vamos ilustrar este período com algumas receitas como são preparadas hoje.
"O açúcar refinou o paladar brasileiro, dando-lhe densidade histórica por intermédio dos doces e bolos"
            Gilberto Freyre

Com o cultivo da cana-de-açúcar, a mão de obra escrava abundante e a tradição doceira dos portugueses, nossas iguarias se enriqueciam ganhando sabores tropicais, reinventadas por mãos de habilidosas cozinheiras. O milho e a mandioca se transformaram em sobremesas e bolos obrigatórios nas cozinhas coloniais. As frutas da terra tornavam-se compotas e doces nobres, oferecidos com estilo, nas mesas senhoriais. Outros doces portugueses como a alféola, feito com melado, foram rebatizados - é o nosso puxa-puxa ou alfenim. Os quindins de iaiá, os pés-de-moleque, os beijinhos de coco, os bons-bocados, os quero-mais e tantas outras inspirações se somavam aos suspiros, as ambrosias, aos olhos-de-sogra, aos sonhos, aos espera-maridos, aos toucinhos do céu, aos manjares, bolos e pudins, etc. que eram cuidadosamente confeccionados pelas donzelas e jovens senhoras com seus enxames de negras auxiliares, para exibirem seus dotes culinários. O pudim de leite exigia o domínio de muitos segredos, muita paciência e muita ansiedade ao desenformar!
Com a chegada do arroz, entre 1769 e 1779, surgiram o arroz-doce e as mães-bentas, tão populares na nossa doçaria. No Nordeste açucareiro, homenagens as famílias ou aos engenhos eram feitas através de receitas especiais de bolos como o Souza Leão, Luís Felipe, Guararapes, Dona Dondom, Fonseca Ramos, etc. que persistem até os nossos dias.




No início de 1890, chegava ao Brasil o Leite Condensado importado da Suiça que trazia na latinha a figura de uma moça. Logo o novo produto entrava na cozinha brasileira facilitando a confecção e a invenção de novos doces. Assim, a República foi homenageada com o Pudim Republicano que nada mais era que um Toucinho do Céu mais leve e suave que levava Leite condensado na receita. O Pudim Sete de Setembro, o Bolo Farroupilha, o Pudim Treze de Maio e tantas outras homenagens das nossas doceiras se perderam na história. Na década de quarenta porém, foi a vez de homenagear um jovem solteiro, bonito e esbelto, o brigadeiro Eduardo Gomes com um docinho que juntava o Leite Moça ao chocolate e que se tornou o mais popular das festas brasileiras. Vieram o Pudim de Leite Moça, os pavês, os manjares, os sorvetes e tantas outras receitas que facilitavam a vida de nossas mulheres, à medida em que chegavam as geladeiras e os fogões a gás.

29/11/2009

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Para a massa:



- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 2 colheres (sopa) de açúcar
- 1 colher (café) de sal
- 2 colheres (chá) de fermento em pó
- 7 colheres (sopa) de margarina
- 2 gemas

Para o recheio:

- 3 ovos
- suco de 2 limões
- 1 e ½ xícara (chá) de açúcar
- 250 g de margarina

Para a cobertura:


- 2 claras
- 3 colheres (sopa) de açúcar

Para Polvilhar
- Raspas de casca de 1 limão

1. Numa tigela peneire a farinha o açúcar, o sal e o fermento. Faça uma cova no centro. Nela, coloque a margarina e as gemas, misture com as pontas dos dedos.
2. Junte 2 colheres (sopa) de água gelada e incorpore os ingredientes até formar uma bola. Embrulhe em filme plástico e leve a geladeira por 15 minutos.
3. Forre o fundo e as laterais de forminhas individuais para tarteletes com a massa. Fure todo o fundo com um garfo. Leve ao forno médio (180ºC) preaquecido e asse por 25 minutos.
4. Faça o recheio: em um refratário, coloque os ovos e bata com um batedor de arame. Junte o suco de limão, o açúcar e por último a margarina. Misture bem. Leve em banho-maria em fogo baixo, sem deixar que a água ferva. Mexa com um batedor de arame e, quando a margarina começar a derreter, comece a bater vigorosamente até formar um creme grosso. Leve ao freezer por 15 minutos. Reserve.
5. Para preparar a cobertura bata as claras em neve na batedeira até ficarem bem firmes e acrescente o açúcar aos poucos.
6. Despeje o recheio sobre a massa e cubra a torta com o mistura de claras. Polvilhe as raspas de limão e leve para geladeira antes de servir.




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Massa

2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
160 gr de manteiga gelada(s)
55 gr de açúcar de confeiteiro
1 colher(es) (café) de canela-da-china em pó
1/2 colher(es) (café) de fermento químico em pó
quanto baste de sal
1 unidade(s) de ovo
1 unidade(s) de gema de ovo
Recheio
1 xícara(s) (chá) de goiabada derretida(s)
Calda
75 gr de cream cheese
500 ml de creme de leite fresco
quanto baste de leite
quanto baste de sal
Massa
Coloque os ingredientes secos e a manteiga no processador e pulse algumas vezes até obter uma farofa. Acrescente o ovo e pulse até ter uma massa homogênea. Forme uma bola com a massa, cubra com filme plástico e leve ao refrigerador por 30 minutos. Divida a massa em porções e forre forminhas individuais de torta com aproximadamente 10 cm de diâmetro. Fure o fundo com um garfo e disponha o recheio dentro delas. Não encha muito. Com o restante da massa, faça tiras e decore a superfície das tortinhas. Pincele as tiras com a gema e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por cerca de 25 minutos ou até que a massa e o recheio estejam firmes. Desinforme e depois de frio, polvilhe com açúcar de confeiteiro. Sirva com a calda de queijo.
Calda
Dissolva o cream cheese no creme de leite fresco em fogo brando. Não deixe engrossar. Acrecente o leite, colher a colher, até obter uma calda leve. Tempere com uma pitada de sal para realçar o sabor do queijo.


Rendimento: 50 porções
4 xícara(s) (chá) de leite em pó
2 xícara(s) (chá) de açúcar de confeiteiro
1 vidro(s) de leite de coco pequeno(s)
Misture os ingredientes secos e a seguir adicione aos poucos o leite de côco até dar um ponto firme na massa. Deixe descansar. Procure não fazer em um dia muito quente, senão demora muito esta fase. Faça bolinhas (como um brigadeiro pequeno), ou minhoquinhas para depois cortar em quadradinhos. Jogue um a um dentro de um saco plástico com açúcar de confeiteiro para envolver os docinhos levemente. Dica: você pode também rechear as bolinhas com uvas, passas, pedacinhos de côco, de chocolate, etc.

Torta Assada de Coco 


Rendimento: 8 porções

1 lata(s) de leite condensado
1 1/2 xícara(s) (chá) de água
1/2 xícara(s) (chá) de biscoito maisena picado(s)
3 unidade(s) de ovo
50 gr de margarina
1/2 colher(es) (chá) de essência de baunilha
1 xícara(s) (chá) de coco ralado(s)
Bata no liqüidificador todos os ingredientes menos o coco ralado. Coloque em tabuleiro untado e deixe descansar por 5 minutos. Polvilhe com o coco ralado. Asse em forno moderado por 35 minutos.