25/10/2009

COMIDAS NORDESTINAS A culinária nordestina é modesta porém variada agradando qualquer paladar tem cuscus com leite, buchada, a boa cocada de rapadura além da gostosa panelada * O baião-de-dois, que petisco! Arroz-d-leite, carne de bode, manteiga da terra, chouriço, desde que não engorde mas se engordar, que fazer? Come, balança e sacode * Carne-de-sol com farofa, queijo de coalho e goiabada, feijão verde, arroz da terra, pamonha, café e coalhada, bolacha preta, canjica, tapioca doce e salgada * Caldo de cana e pão doçe, cocada feita com leite, fuçura de bode cozida, doce de banana, um deleite, pé-de-moleque, espéci, um docinho de caju, aceite! * Bolo de milho, doce de coco manga, suco de maracujá abacaxi quase açúcar sapoti, melão, munguzá seriguela e cajarana mocotó no feijão e juá * Grude, cocorote, broa, mel de engenho, milho assado, sequilhos feito de goma galinha guisada, guiné torrado sopa de feijão todos gostam e posta frita de Dourado * Sirvam-se de doce de jerimum, de mamãe, banana ou caju, goiaba em calda ou compota, mangaba e batida de umbu, arroz doce, um espetáculo, que tal um melzinho de uruçu? * Claro que tem muito mais mas não tenho tudo na cachola há outras tantas variações é só procurar, ora bolas! Pelo menos podemos saber que o Nordeste é da hora.

Uma poesia

COMIDAS NORDESTINAS A culinária nordestina é modesta porém variada agradando qualquer paladar tem cuscus com leite, buchada, a boa cocada de rapadura além da gostosa panelada * O baião-de-dois, que petisco! Arroz-d-leite, carne de bode, manteiga da terra, chouriço, desde que não engorde mas se engordar, que fazer? Come, balança e sacode * Carne-de-sol com farofa, queijo de coalho e goiabada, feijão verde, arroz da terra, pamonha, café e coalhada, bolacha preta, canjica, tapioca doce e salgada * Caldo de cana e pão doçe, cocada feita com leite, fuçura de bode cozida, doce de banana, um deleite, pé-de-moleque, espéci, um docinho de caju, aceite! * Bolo de milho, doce de coco manga, suco de maracujá abacaxi quase açúcar sapoti, melão, munguzá seriguela e cajarana mocotó no feijão e juá * Grude, cocorote, broa, mel de engenho, milho assado, sequilhos feito de goma galinha guisada, guiné torrado sopa de feijão todos gostam e posta frita de Dourado * Sirvam-se de doce de jerimum, de mamãe, banana ou caju, goiaba em calda ou compota, mangaba e batida de umbu, arroz doce, um espetáculo, que tal um melzinho de uruçu? * Claro que tem muito mais mas não tenho tudo na cachola há outras tantas variações é só procurar, ora bolas! Pelo menos podemos saber que o Nordeste é da hora.

saudades

Algum tempinho que não apareço...computador com problemas!! Já estava morrendo de saudades! Estou de volta com receitinhas e histórias para contar!! Um grande beijo! Aguardem!!

27/09/2009

Pão de Minuto

4 xícara(s) (chá) de farinha de trigo peneirada(s) 4 unidade(s) de ovo 4 colher(es) (sopa) de açúcar 2 colher(es) (sopa) de manteiga 2 colher(es) (sopa) de fermento químico em pó 1/2 colher(es) (sopa) de sal 1/4 xícara(s) (chá) de leite Peneire a farinha, faça um furo no meio e coloque todos os ingredientes. Misture e amasse bem, até soltar das mãos. Faça pãezinhos, pincele com gema e asse em fôrma untada até que estejam dourados. Obs; use fermento biológico no lugar do químico se quiser e deixe descansar por uns 20 minutinhos

24/09/2009

Arroz das Filipinas

Eu fiquei encantada! E só sosseguei depois que consegui tecer esta cestinha!!Estou esperando um momento especial para fazer este arroz! È claro que vou dar meu toque pessoal!!

18/09/2009

As visitas do Coronel Ruberto Porto.

Ilustre e conceituado coronel da região, assim como outros homens importantes da política faziam parte do círculo de amizades de meu avô. E todos os Domingos era convidado cativo para o almoço na casa da fazenda ,morada de meus avós.Eu não me recordo dessa época pois ainda nem nascida era. Mas minha mãe conta que ele chegava em um elegante e bem arriado cavalo. Apeava do mesmo e o amarrava sobre a sombra do gigantesco pé de Oiticica. A conversa naturalemnte se desnrrolava calorosa na sala de visitas sobre política e sobre negócios, enquanto na cozinha a todo vapor minha avó se esmerava no almoço. Não, desta vez as galinhas ciscavam no terreiro tranquilas. Se era uma visita que as deixavam tranquilas, era a do coronel . Por saber que seu prato favorito era peixe. Para ser mais precisa Cavala.E meu avó partilhava do privilégio de compra-las fresquinhas na beira da praia. As melhores eram guardadas para ele. Conta minha mãe que o arroz até doia na vista de tão branco; e pontinhos verdes se destacavam de forma harmoniosa . Era cheiro verde picado miudinho . O aroma da cavala "amoquenhada*" (de véspera) invadia toda a aréa da cozinha e alpendres adjacentes... Numa panela separado estava já o leite de coco puro espremido da própria fruta com as mãos, esperava o momento ideal de mergulhar as postas de cavala ,para dar uma fervura rápida.Nada mais que cinco minutos. Farofa de leite de coco, arroz branquinho com cheiro verde, salada fresca da horta, naturalmente, pirão de farinha de mandioca em forma de monte; regado com leite grosso de coco; a cavala disposta em uma travessa estilo vitoriana fechava o cardápio. nem preciso dizer que toda a louça era estilo vitoriana. Minha mãe conta que somente depois de toda a mesa posta e revisada por minha avó é que o convidado era chamado a mesa.Dava gosto de olhar!. E o almoço transcorria tranqüilo e amigável.Na cozinha o reboliço era total!As vezes ele trazia seu filho para almoçar também. Rapaz bonito e garboso. Bom partido! As moças da casa ficavam alvoroçadas...mas sabe como é...naquela época mulher não descutia política, nem muito menos as moças solteiras, participavam de conversas de homens... Fico pensando...bem que eu podia ter nascido nesta época.Ia adorar apreciar a louça, o estilo de vida de meus avós. Amoquenhar: ato de assar por pouco tempo o peixe. Na época de meus ávos fazia da seguinte forma;retirava uma palha de carnaubeira, retirava o talo cortava em pedaços médios e os dispunha sobre brasas bem quentes.E colocava o peixe para assar por cima dos talos,por pouco tempo. Assim procedia-se por não haver como conservar em geladeira.

Que fofura